Escritor Eduardo Quive considera oportuno o Concurso Literário Fim Do Caminho

Quive Oficial As inscrições terminam a 15 de Maio de 2016 para a primeira edição do concurso literário: “Fim do Caminho”. Este ano é o primeiro e serão premiados contos inéditos que versam sobre criminalidade que também serão publicados em uma Antologia.

O escritor e jornalista cultural Eduardo Quive, defende a pertinência deste concurso, por três razões. A primeira é o facto de Moçambique ser ainda um país com dificuldades de publicação de novos autores, a segunda por estar a incentivar a escrita e consequentemente a leitura e a terceira, a própria temática que sugere.

“O país jamais esteve num momento alto de criminalidade como está hoje. Aqui está a utilidade da literatura, a de despertar consciências para uma convivência social harmoniosa. A partir destes contos, pode se levantar uma série de reflexões sociais sobre a criminalidade em Moçambique” – disse Eduardo Quive.

O concurso literário fim do caminho homenageia este ano, Ening Mankel e a temática esta voltada ao tipo de textos produzido por este escritor e dramaturgo sueco que viveu e trabalhou em Moçambique.

Eduardo Quive é autor do livro: “Lágrimas da Vida – Sorriso da Morte” e tem na manga dois livros, um de entrevistas e um de poesia. Aliás, o escritor já divulgou o título do seu livro de poesia: “Descendo a Cidade” que pelos trechos que tem deixado ficar pelas redes sociais, nota-se que é a sua visão sobre a humanidade que está a ser escancarada.

O nosso entrevistado actua no jornalismo moçambicano como editor de cultura, tendo uma passagem pelos jornais, Escorpião, A Verdade, Debate e Dossier e Factos, para além de ter dirigido a redacção da TOP TV.

Ele é um dos convidados para o Fórum Literário do Fim do Caminho a realizar-se entre os dias 26 e 28 de Agosto nas cidades de Nampula e Ilha de Moçambique. (X).